Historia

HISTORIA:


Criado no final da década de 1980, o grupo de jovens Juacri, cuja sigla – Juventude Amando Cristo – representa uma síntese dos ideais de pelo menos duas gerações dos jovens de Maracaí, se apresenta, atualmente, como um pólo privilegiado de articulação e combate às tendências degeneradoras da sociedade “moderna”, a qual em diversos momentos substitui o incomparável valor juvenil pela valorização ao que este setor pode oferecer no campo do consumo: apego aos modismos, às bebidas alcoólicas e às drogas, entre outros.

De início, certamente não estava claro para os formadores do grupo, quais seriam os planos que Deus reservava para esta comunidade, no entanto, o fervor de fazer algo mais pelo evangelho e pelos próximos se manifestou nos primeiros corações, traduzindo-se numa trajetória amplamente vitoriosa. Apesar das origens deste grupo ainda não terem sido devidamente esclarecidas, contam os fundadores e memorialistas que o início do Juacri aconteceu em 1989, no momento em que um grupo de “coroinhas” com idade aproximada de quinze anos, auxiliados pelo então seminarista Odeir, resolveu criar uma organização mais complexa que atendesse as necessidades de uma nova fase de suas vidas que se iniciava.

A partir deste momento inaugural, seguiram-se variados desafios que contribuíram para o processo de aprimoramento cujo ápice indica para novas maneiras de evangelizar, numa sociedade em que a juventude é “atropelada” por diversos caminhos tortuosos. Nesse sentido, iniciado por um grupo de faixa etária tradicionalmente considerada “inconstante” e “irresponsável”, o Juacri já promoveu eventos religiosos e culturais que mobilizaram cabalmente nossa cidade e região tais como: rodeios, campeonatos esportivos, viagens (a Aparecida do Norte e Comunidade “Canção Nova”) e encontros como “Escalada” e Retiros de Oração.

É por estas e outras marcas de empenho que o Juacri apresenta-se em plena expansão, propagando o Amor de Deus e de Maria a todos aqueles que não se prendem as coisas passageiras deste mundo, mas a realidade que não passa, eterna, como o próprio Cristo ensinou. Portanto, com um contingente de aproximadamente oitenta jovens, o Juacri, por um lado, inverte a lógica deste mundo – excessiva valorização ao perecível –, e, por outro, corresponde e reafirma as palavras de São Paulo: “Jovem, eu vos escrevi porque sois fortes e a palavra de Deus permanece em vós, e vencestes o Maligno... O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente”. (I João 2, 14b – 17).


 

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